segunda-feira, 5 de março de 2007

Chifre não mata !!!!

A atriz Suzana Vieira, deu uma entrevista ao fantástico (programa dominical da Rede Globo) dizendo que "traição não mata".

Para quem não viu nos jornais: O marido dela, o policial militar Marcelo Silva, foi preso após quebrar um quarto de motel no Rio de Janeiro. E é claro que não foi com ela né, ele estava acompanhado de uma garota de programa, segundo foi noticiado.

Ela ainda disse, no programa a frase: "Eu acho que na vida você tem que ter coragem na vida para tudo, para os momentos bons e para os momentos ruins. Eu não tenho menor problema de enfrentar nada. Acho que vou tentar e resolver. Eu sou tão auto-suficiente, Deus que me perdoe, eu acho que até na hora da morte eu acho que vou esbofetear a morte, antes de ela me vencer. Qualquer problema que seja sentimental, físico, emocional ou esotérico, tem que ser enfrentado".

Mas tenho certeza que a maioria das mulheres, independentes ou não, tem um pensamento parecido com o dela (nenhuma mulher acha que chifre é bom ou que não doi). Até porque traição na maioria das pesquisas feitas indicam que é uma das ações que não merecem perdão de forma alguma.

Mas também temos aquelas mulheres que preferem viver na beira do abismo, com os caras mais cafajestes do mundo, mas que para elas são santos (não o Silvio, que não tem nada haver com isso tudo...) e não fazem nada (pelo menos na frente delas).

Tudo indica que o liberalismo no mundo atual é tão grande, que os casais que procuram o swing (troca de casais) e o menage a trois (três pessoas na cama), a cada dia, aumentam mais. Deixando a instituição do casamento para trás.

Com isso, me vem a pergunta: E o sentimento onde fica? Me disseram um dia que "Quem ama cuida" ou "Quem ama tem ciumes" ou "Casal = 2 pessoas que se amam". Seria essas frases prontas ultrapassadas?

O mundo está virando de ponta a cabeça mesmo!!!!

Um comentário:

Anônimo disse...

meu caro the best,

isso vem da crise moral que estamos vivendo e a tanto tempo venho falando.

estamos perdendo o referencial, os limites. estamos achando que podemos tudo!